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24-10-2007

noite a meio

Carro seria ou arte empedrada
Forte convicção em vidraças emparelhadas
Avessas manias que irritam as doces presenças
Sedentas de amor sem palavras

Que letras cansadas ao verso
É um metro em concreto para quê?
(ou pausas forçadas)

Cabelo escorrido e curtido vestido
Entre as pernas fechadas um quadro
Pintado às pancadas em três
Como quem sai de casa
De quem entra em cena

Surpreende o farsante que embala esta noite apressada
Que acaba, sem estar terminada…

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